Um CRM que nasceu dentro de uma assessoria de vistos.
CRM genérico foi feito para vender software. O Copilot foi feito por uma equipe que atende cliente de visto todo dia e cansou de dobrar uma ferramenta de vendas para caber no trabalho.
De onde veio
Primeiro um sistema sob encomenda. Depois um CRM em volta do atendimento.
A assessoria por trás do Copilot primeiro mandou fazer um CRM próprio. Tinha quadro, um robô de WhatsApp logado num celular e um módulo de prazo que ninguém conseguiu configurar em cinco meses. Toda mudança era abrir chamado e esperar o programador.
O Copilot é a segunda tentativa: um núcleo de CRM aberto remodelado em volta do atendimento de visto. A ficha do cliente, o catálogo de serviços, o WhatsApp oficial, o prazo que o gerente edita sozinho. A equipe que usa todo dia é a equipe que decide o que muda depois.
O que muda para você
O processo é seu. Quem se dobra é a ferramenta, não a equipe.
O CRM genérico chama seu cliente de negócio e seu tipo de visto de produto. Cada campo é uma gambiarra e cada etapa, uma concessão. O Copilot começa pelo vocabulário do trabalho: serviço, solicitante, etapa, atendente, prazo, retorno.
Quando o consulado muda uma exigência na terça, o gerente cria o campo na terça. Quando um tipo de visto novo começa a vender, ele vira serviço na mesma tarde. Sem chamado, sem programador, sem esperar o roadmap do fornecedor.
Para quem é
Para a equipe que atende o cliente, não o software.
O Copilot é para assessorias de visto em que as mesmas poucas pessoas vendem, cobram e acompanham o caso, e em que uma mensagem perdida custa um cliente. Não é para quem quer construir software. É para quem quer responder mais rápido.
Roda no navegador, na mesa e no celular. Cargos decidem quem vê o quê. O código é aberto, então nada que você colocar fica preso: exporte o CSV em qualquer dia e leve com você.
